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5 de setembro de 2010

Espaço entre nós...

Existe um espaço entre nós! Um espaço vazio, deslocado, meio solto que deixa tudo meio desarrumado e fora do lugar. Um espaço usado e ainda morno deixado para trás e do calor que esfria faz do vazio desse espaço a evidência de que você esteve lá.

Espaço usado sem responsabilidade sem maneiras sem métodos sem sentido, pouco aproveitado e quando usado foi apenas usado, meio sem saber pra quê. No espaço das coisas esse foi o espaço que não teve seu lugar! Foi apenas utilizado sem objetivo de ficar.

Nesse pedaço de lugar, mesmo vazio ainda existem coisas que estão lá, coisas deixadas que agora só servem para ocupar lugar! Que na limpeza do amanhã tenho certeza que irão embora para nunca mais voltar.

Qual é a finalidade desse espaço então? Afinal, pra quê serve um espaço se não para usar? Serve para isso aqui, para depois apenas ficar. Mesmo que um dia ela volte e tome novamente o espaço, esse mesmo não mais será.

O espaço entre nós ainda aqui está, mas será que vai durar? Fica muito tempo um espaço vazio sem utilizar? É o que dizem por aí...é só questão de reaproveitar.

3 comentários:

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

...traigo
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...


desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ


TE SIGO TU BLOG




CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...


AFECTUOSAMENTE


ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE CACHORRO, FANTASMA DE LA OPERA, BLADE RUUNER Y CHOCOLATE.

José
Ramón...

Thunai Melo disse...

Grande Robson. A cada semana que passa os textos estão ficando maravilhoso. Parabéns, vou aproveitar o seu texto e se me permitir vou tirar algumas idéias. Um abraço.

http://cervejaepensamentos.blogspot.com

Lily disse...

Muito bom o texto e eu não tenho resposta. Não tenho resposta para os espaços que ficam, permanecem, a gente querendo ou não.

Às vezes, gasta-se tanto tempo e nem o tempo limpa tudo, nem o amanhã com todas as suas novidades.

Lembrou-me a música do Fagner (antiga...):


"Um dia vestido
De saudade viva
Faz ressuscitar
Casas mal vividas
Camas repartidas
Faz se revelar

Quando a gente tenta
De toda maneira
Dele se guardar
Sentimento ilhado
Morto, amordaçado
Volta a incomodar"

Beijos!

P.S.: mineiro quando fica amigo, volta sempre!